Aquivos por Autor: Cinema Francês Visto em Português

Sobre Cinema Francês Visto em Português

Já muito se falou e continua e continuará a falar de cinema francês e, nesse sentido, pouco posso acrescentar teoricamente ao que já foi dito. Ainda assim, e porque sou teimosa, e porque gosto realmente muito de cinema francês, esta é a minha tentativa. Desculpo-me então vestindo-me de nietzschiana: "não há a coisa-em-si, há perspectivas", dizia ele. Não há cinema-em-si, há perspectivas. Esta é a minha, muito apaixonada e parcial e do meu "canto" como só assim poderia ser.

“Le mépris”, de Jean-Luc Godard

Le Mépris – um incontornável – que só agora vi. Razões? Enumeraria tantas mas direi apenas aquela pela qual me decidi vê-lo: a casa. “A Casa” – a casa em Capri – obra arquitectónica perdida no Mediterrâneo, acessível apenas de … Continuar a ler

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“Les Lézards”, de Vincent Mariette

Onde está ela? A bela. Dos peitos desnudos, sem nada, topless na sauna. A rapariga, que esperam os dois homens. Que se faz esperar, quando ainda só existiu virtualmente. Não! Não é essa ainda, a que te quer foder a … Continuar a ler

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“L’inconnu du lac”, de Alain Guiraudie

Quando nos vimos pela primeira vez, estavas ocupado. Nem tão-pouco te pude dizer olá. O ciumento olhou logo por entre os arbustos, viu-me e eu fui-me. Sei que gosto sempre dos que não estão disponíveis. Desabafava com um outro desconhecido. Desconhecido sim! Percebi … Continuar a ler

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“La Vie d’Adèle”, de Abdellatif Kechiche

Não é o Brad Pitt, mas não é feio. Não fodemos ainda. Fá-lo-emos a seguir. Mas, não sei porquê, não me agrada. Havia qualquer coisa que me faltava. Era ela – a que passava, a que me olhou, me despertou; … Continuar a ler

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“Les valseuses”, de Bertrand Blier

Quem eram as bailarinas afinal? Dançarinas de peitos desnudos ou simplesmente eles? Homens e mulheres, dependendo do caso. Dançando aqui e ali e deitando todos os co(r)pos abaixo nesta viagem que é mais de luxúria que de crime. Crime sim!, … Continuar a ler

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“Train de vie”, de Radu Mihaileanu

E ele corria doido para o seu povo, exasperado para os avisar. Avisá-los que eles – como todos os judeus – estavam condenados a ser exportados, e que não voltariam, como não voltaram aqueles que já tinham ido e desses nem … Continuar a ler

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“De battre mon coeur s’est arrêté”, de Jacques Audiard

Se um dia o crime não compensar, talvez os dedos te levem por outros caminhos. Endireita as costas, respira fundo e deixa-te ir. E a música clássica foi a clássica desculpa para tudo o resto, mesmo sem teres conquistado o … Continuar a ler

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