“Les Lézards”, de Vincent Mariette

Onde está ela? A bela. Dos peitos desnudos, sem nada, topless na sauna.

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A rapariga, que esperam os dois homens. Que se faz esperar, quando ainda só existiu virtualmente. Não! Não é essa ainda, a que te quer foder a ti porque tens carinha de cachorro, e isso agrada.

É a que te faz passar por parvo, diz o outro. Aquele, com as cuecas estranhas que se passeia também pelo vapor e pergunta se pode sentar o cú.

Enquanto esperamos e desesperamos, reparas na tua pele mais macia e entretanto a minha mão foge e acaricia-a. E acabou. O olho ainda te piscou mas entretanto chegou novo alvo. São duas, olhamos e já estamos apaixonados. Sangue de lagarto. Quente quente. A escaldar…

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Sobre Cinema Francês Visto em Português

Já muito se falou e continua e continuará a falar de cinema francês e, nesse sentido, pouco posso acrescentar teoricamente ao que já foi dito. Ainda assim, e porque sou teimosa, e porque gosto realmente muito de cinema francês, esta é a minha tentativa. Desculpo-me então vestindo-me de nietzschiana: "não há a coisa-em-si, há perspectivas", dizia ele. Não há cinema-em-si, há perspectivas. Esta é a minha, muito apaixonada e parcial e do meu "canto" como só assim poderia ser.
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